|
Não pague multas.dicas para evitar multas
|
Outubro 16, 2004 "Eu trabalhava na casa da dona Estela há mais de dois anos. Ela me trouxe do interior para estudar e dar uma ajuda na casa. Todo mês ela mandava uma cesta básica pra minha família e, às vezes, um dinheiro para ajudar lá em casa. Tenho muitos irmãos pequenos e meus pais trabalham na palha de cana. Tem dia que a comida é tão pouca que o jeito é chupar cana para matar a fome. Na casa da dona Estela, eu fazia de tudo: lavava, passava e cozinhava o que a patroa me ensinava. Também cuidava da filha dela, que era quase da minha idade. Eu tenho 14 anos e sou muito magra e baixinha. O pessoal olha pra nós duas e pensa até que eu sou mais nova que a filha da dona Estela. Deve ser por isso que eu não ganho um salário. Um dia, quando eu tava limpando a sala, quebrei um jarro caro da patroa. Eu disse que foi sem querer, que era muito pesado e minha mão tava molhada, mas não adiantou. Ela não gostava mesmo da minha comida, aí ela me mandou de volta, sem nada. Foi melhor mesmo, porque eu prefiro comer cuscuz com ovo do que aquele negócio que ela adora. Acho que é estragonofi. Não, estrogonofe, sei lá, aqueles pedacinhos de carne com um molho de creme de leite que eu sempre cozinhava demais" - Menina de 14 anos, do Recife (PE). Retirado da cartilha Elas não brincam em serviço, de 2003, do Centro Dom Helder Câmara de Estudos e Ação Social. Toda Criança tem que ser rspeitada para comentar click aqui: Comments: <> 2:25 PM topogirl.jpg brasil4.jpgTOPO20.jpg para comentar click aqui: Comments: <> 2:23 PM crianca.jpg virgens.jpg semcama.jpg fundo.gif xpbr.jpg para comentar click aqui: Comments: <> 2:22 PM Presente em 89,9% dos lares brasileiros, a televisão é o veículo de comunicação de maior influência sobre as pessoas. A qualidade da programação é tema permanente de discussão, principalmente devido ao impacto no desenvolvimento de crianças e adolescentes, que passam, em média, mais de três horas diárias em frente à telinha. A programação da TV não está boa? Reclame! para comentar click aqui: Comments: <> 3:16 AM Outubro 7, 2004 Idec pede devolução em dobro do que foi pago pelos usuários Alvo de propostas contrárias à cobrança em diversos estados ¿ na mais recente, a Câmara Legislativa do DF aprovou lei prevendo a sua extinção ¿, a assinatura básica mensal de telefonia fixa enfrenta também uma batalha judicial respeitável. Conforme levantamento citado durante encontro realizado em São Paulo no mês passado, com a presença de especialistas em telecomunicações, advogados e representantes das empresas, existem hoje tramitando cerca de 15 mil processos de consumidores e entidades defendendo o fim da assinatura mensal. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), por exemplo, entrou com ação civil pública, na Justiça Federal de São Paulo, contra a cobrança autorizada pela Anatel. O Idec pede, na ação, a imediata suspensão da cobrança "considerada ilegal" e a devolução, em dobro, dos valores já pagos pelos consumidores de todo o país. Segundo o instituto, a telefonia é serviço público, e as próprias empresas concessionárias alegariam que a assinatura de telefone nada mais é do que a cobrança pela disponibilização ao consumidor do serviço. Em sua argumentação, o Idec cita o artigo 45 da Constituição federal, em que está expresso que a disponibilização de serviço público somente poderá ser cobrada se o prestador for o próprio Poder Público. Marcos Diegues (foto), advogado do Idec, explica que se discute também a questão da franquia de pulsos (100 para consumidores residenciais, 90 pulsos para não-residenciais) embutida na assinatura de telefone. ¿ O consumidor é obrigado a consumir ou pagar por eles. Tal prática é abusiva, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, por impor uma cota mínima de consumo para disponibilizar o serviço. Não se pode obrigar o consumidor a pagar um valor fixo mensal, independentemente do uso. para comentar click aqui: Comments: <> 10:50 AM |
|